Data: 01/12/2021 15:12 / Autor: Redação / Fonte: Erika Thiele

Meditação traz benefícios que vão muito além da redução do estresse

Cientistas comprovam impacto da prática milenar no auxílio a tratamentos contra depressão, esquizofrenia e até artrite


Meditação
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Crédito: Depositphotos

Depressão, esquizofrenia, artrite e inflamações intestinais. Doenças que, aparentemente, não têm conexão, são alguns dos exemplos de males que podem ser amenizados por meio da meditação. Pesquisadores do mundo todo se dedicam a estudar seus benefícios. Em Harvard, cientistas descobriram o impacto dela nas regiões do cérebro ligadas ao estresse, à empatia e à autoconsciência, com apenas oito semanas de prática. A pesquisa comprovou que meditar reduz os níveis de estresse e ansiedade, condições presentes na vida de milhões de brasileiros.

Estudo feito pelo psicólogo Michael Posner e o neurocientista e professor da Universidade de Tecnologia do Texas, Yi-Yuan Tang, mediu a densidade dos axônios (prolongamentos que transmitem informações do neurônio para outras células) de pessoas que começaram a meditar. O que se percebeu foi que, quanto mais densos, maior a capacidade de realizar conexões cerebrais e menores os riscos de sofrer distúrbios mentais, como depressão e esquizofrenia. “Sabendo que a quantidade de conexões cerebrais está diretamente relacionada à saúde mental, a meditação se torna um excelente exercício para deixar a mente mais ‘musculosa’ e prevenir doenças”, avalia a terapeuta radiestesista Erika Thiele.

A especialista aponta que os benefícios vão além do campo mental. “Um grupo de neurocientistas já estudou e mostrou que quem medita tem maior resistência em situações em que o estresse influencia diretamente no nível da dor, como em casos de artrite e inflamações intestinais”, aponta.

Outro benefício observado quando a meditação é incorporada à rotina é a melhoria da qualidade do sono. “Além de tudo, isso ainda é uma técnica que melhora a qualidade do sono e gera hormônios saudáveis que contribuem para o fortalecimento do sistema imunológico”, completa a especialista.

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